Flunáticas e Flunáticos, só quem ama seu clube de futebol entende o que significa ter um jogador que veste a camisa com honra, respeito, dedicação e amor. Esse foi Ézio no Fluminense.
Como se sabe, ocupa o status de nono maior artilheiro da história do clube com 118 gols em 238 partidas, o que lhe confere uma média de 1 gol a cada duas partidas. Gols especiais foram marcados sobre o rival rubro negro o que, por si só, já lhe conferiria o papel de ídolo.
Mas Ézio foi além. Passou pelo Flu na década de 90, numa época de muita dificuldade financeira para o clube. Jogou em meio a isso e fez a alegria da galera tricolor mais precisamente entre 1991 e 1995, fazendo seu ultimo jogo no clássico final do Carioca daquele ano, quando nos sagramos campeões em cima do Flamengo com o famoso gol de barriga de Renato Gaúcho.
Ézio foi alguém que se fez herói e se notabilizou por seus feitos no Fluminense, mantendo-se herói no imaginário tricolor também por suas frases marcantes, ao meu ver emocionantes. Em entrevista concedida a Globo.com em 2008, quando o Flu vivia sua epopeia na Libertadores, Ézio exprimiu seus sentimentos:
” O meu sonho era ser campeão da Libertadores pelo Fluminense.”
“Era coisa de maluco. Eu assinava qualquer papel no início da temporada e depois discutia os valores. Nunca criei empecilho para renovar acordo tamanha era à vontade de permanecer no Fluminense”
“… acho que saí do Fluminense da melhor maneira possível, como campeão carioca. Prometi que só sairia das Laranjeiras com uma faixa no peito e honrei com o que havia dito.”
“Sempre tive amor por esse clube. Vai ser assim até eu morrer.”
O velório do herói tricolor será nesta quinta-feira, das 9h as 15h, no Salão Nobre das Laranjeiras. O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, declarou luto oficial de 7 dias em homenagem ao nosso herói que se vai tão cedo pra outra esfera de vida.
Muitíssimo obrigada, Ézio, em nome de todos os Flunáticos e Flunáticas apaixonados pela camisa que você tanto honrou!
Fontes:
4 Comments
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Clau,
Dia triste msm… foi meu 1° ídolo no Fluminense. Na época, ouvia os jogos no rádio e qnd o narrador gritava “Super-Ézio” eu ficava toda orgulhosa de tê-lo no time.
Vá em paz Super-Ézio!
Legal, Lis. Meu irmão fala a mesma coisa que você, sobre ele ter sido o primeiro ídolo tricolor!
Doença chata que só faz as pessoas de bem passarem perrengue!!!
Ele não merecia ficar em uma cama de hospital!!
Agora ele tá bem e vai abençoar nosso Tetra!!!
Eterno ídolo! Obrigada, Super Ézio! Descanse em paz!